quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A China e o desafio solar

 
 
Visitando a Shanghai Solar. Ao fundo uma placa monocristalina
 
 
 
Alfredo Sirkis 
 
Um dos pontos altos de minha recente visita à China, foi a visita a fábricas de placas fotovoltáicas. Aqui versão integral do artigo publicado na Foiha de São Paulo e relatório de visita à Yngli
 
Em menos de dois anos a China tornou-se líder no mercado internacional de energia solar. Em 2010 passou a dominar 50% do mesmo e estima-se que até o final deste ano possa chegar a 65%. As conseqüências dessa investida foram particularmente sentidas nos EUA com a falência de vários fabricantes de painéis solares entre as quais a Solyndra, da Califórnia que recebera subsídios do governo federal muito criticados pelos republicanos que defendem os interesses das empresas de petróleo e carvão. O governo norte-americano está acionando a China na Organização Mundial de Comércio (OMC) evocando empréstimos em condições especiais de bancos estatais, terrenos públicos cedidos a essas indústrias e outros apoios que, afinal, nada tem de muito diferente daquilo que a China vem fazendo em outros setores e que lhe permite, junto com seu ainda baixo custo de mão de obra estabelecer preços altamente competitivos.

No caso solar sua queda média nos preço de painéis solares foi de 42% desde o ano passado e está prestes vencer aquela histórica barreira que tornava a energia solar economicamente pouco competitiva frente a energias sujas como o carvão. Na China o quilowatt solar ainda custa o dobro mas as curvas estão convergindo rapidamente na medida em que o solar cai e o carvão --que a China já começa a importar-- aumenta. Visitei duas destacadas fábricas solares chinesas. A Shanghai Solar e a Yngli, perto de Pequim. A primeira pertence à empresa aeroespacial chinesa seu forte é pesquisa inovação. Monta as placas com modelos diferentes de fotovoltaicas poli e mono cristalinas.

Já a Yngli, a segunda maior da China, controla praticamente todo o ciclo fotovoltáico: processa pedras de silício recém-mineradas em blocos compactos que refina, purifica e realha para produzir as células mono e poli cristalinas que transformam a luz do sol em eletricidade. Logo, com seus robôs, a uma velocidade alucinante, monta-as em painéis famosos no mercado pela sua confiabilidade. A Yngli é totalmente privada e comandada manu militari por Miao Lian Sheng um peculiar capitão de indústria, amigo do presidente Hu Jintao. Ex-oficial Miao conserva um tanque no pátio de sua fabrica bota seus operários em ordem unida. Todos usam o uniforme azul marinho da empresa com garbo. Em 2008, a empresa produzia menos de 20 megawatts/hora em painéis, sua produção de 2012 está programada para chegar a 1.7 gigawatts/hora, este ano, e 2,7 em 2012. Vem investindo constantemente em inovações para aumentar o rendimento e a vida útil das células fotovoltáicas, bem como, no armazenamento cada vez mais eficiente de energia solar. Fui apresentado ao Flyweel, um cilindro com dispositivo de rotação em altíssima velocidade que substitui as baterias, um ponto vulnerável das instalações solares atuais.(mais detalhes abaixo)

Senti inveja... O Brasil, com suas condições de insolação privilegiadas e abundante disponibilidade de silício de boa qualidade, deitado em berço esplêndido enquanto Alemanha, Espanha, EUA e China passaram a investir e competir no solar, quer em usinas quer, no que me parece ser seu uso mais adequado: na aplicação urbana, descentralizada, em telhados e fachadas, conectadas a uma rede elétrica “inteligente” ou servindo diretamente às edificações. Ficamos vergonhosamente para trás. Já no há tempo para reinventar a pólvora e nos tornarmos competitivos em termos de produção de painéis. Também não parece o caso de adotarmos as tarifas feed-in que remuneram o solar até quatro vezes mais o preço da energia convencional. Já temos tarifas muito caras e também recursos de pesquisa e desenvovimento nas concessionárias que podem subsidiar o solar numa primeira fase.

Precisamos viablizar a produção distribuída nessas redes “inteligentes” capazes de receber a produção do consumidor, medi-la e abatê-la de sua conta de luz. As concessionárias deverão comprar essa produção pelo mesmo preço por quilowatt que lhe vendem a sua. Devemos estimular o solar nos equipamentos e edificações de apoio da Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e, de uma forma combinada com o aquecimento solar da água, em programas de habitação. O sol bate à nossa porta também. Vamos deixar que entre?

VEJA O VíDEO DAS VISITAS ÀS FÁBRICAS SOLARES CHINESAS

Relatório da visita à Ingly
(do relatório do Itamaraty, sobre minha visita à China)

A China é a maior fabricante mundial de painéis fotovoltaicos (aproximadamente 50% da produção global), ao passo que a Alemanha é o maior mercado, com capacidade instalada atual de aproximadamente 17 GW. O setor passa atualmente por momento decisivo devido a quatro fatores principais: ganho de escala, com a capacidade instalada mundial prevista para atingir 64 GW em 2011; rápida queda de custos de geração e dependência cada vez menor de subsídios (preço da eletricidade para consumidor final na Alemanha € 0,23-0,25/kWh; tarifa subsidiada € 0,30/kWh); baixa recorde do preço do silício, principal insumo para a produção de células fotovoltaicas (US$ 500/kg em 2008; US$ 35/kg em 2011); competição acirrada entre os principais fabricantes, que deverá levar à consolidação de poucos grandes conglomerados.

A Yingli é a quarta maior fabricante mundial de painéis fotovoltaicos, após a Suntech (CN), First Solar (US) e Sharp (JP). Listada na Bolsa de Nova Iorque, a empresa tem 21.000 empregados, ativos de US$ 4,8 bilhões e faturamento previsto de US$ 2 bilhões em 2011. Seus principais mercados são a Alemanha (60%), a China (20%) e os EUA (15%). A capacidade de fabricação de painéis fotovoltaicos da empresa, que atualmente corresponde a 1,7 GW por ano, está em rápida expansão, devendo chegar a 2,7 GW em 2012 e 5 GW nos próximos anos.

A Yingli enviou recentemente um funcionário para o Brasil, onde deverá permanecer por seis meses para estudar o mercado nacional. Respondendo a pergunta de colaborador meu, funcionários da empresa esclareceram que a Yingli não tem planos de investir na produção de células fotovoltaicas no Brasil (nem em qualquer outro país), preferindo concentrar toda sua produção na China.

Sob o aspecto tecnológico, a Yingli difere da maioria das demais fabricantes chinesas (incluive a Suntech) por dominar todas as etapas do processo produtivo. A empresa fabrica com tecnologia própria grande parte das lâminas de silício de alta pureza e espessura microscópica (180 micra) utilizadas na fabricação das células fotovoltaicas, principais componentes dos painéis de geração. O perfil inovador da empresa é reconhecido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MOST), que apoiou a instalação do primeiro laboratório de energia solar da China nas dependências da empresa, em Baoding.

Segundo funcionários da Yingli, a aposta fundamental da companhia na área de geração são as células fotovoltaicas de silício monocristalino e policristalino, tecnologias que, na visão da empresa, seguirão dominando o mercado pelo menos pelos próximos dez anos (a empresa não produz equipamentos com a tecnologia de “filme fino” [“thin film”], principal alternativa às células de silício). Os painéis de silício monocristalino e policristalino da Yingli apresentam eficiências de 16% e 14%, respectivamente, com vida útil de 25 anos, desempenho comparável ao dos melhores fabricantes mundiais.

No tocante às novas tecnologias atualmente em estudo, destacam-se os investimentos em sistemas de armazenamento de energia, essenciais para a superação dos problemas de sazonalidade associados à energia solar. A principal aposta nessa área são os volantes de inércia (“flywheels”), tecnologia alternativa às baterias que armazena energia mecânica em êmbolos que giram a alta velocidade levitando sobre campos magnéticos. Outro campo de estudo promissor são sistemas integrados que aproveitam o calor residual dos painéis fotovoltaicos para o aquecimento de água.

Galeria de fotos.



Maquete do centro de pesquisas da Shanghai Solar

O passarelão fotovoltáico da Shnaghai Solar














Na Yngli, a segunda maior da China

Os orgulhosos e motivados funcionários da Yngli














Bloco de silício, materia prima da célula fotovoltáica

O flyweel, invenção que substitui a bateria

 

















































































 
 Fonte: www.sirkis.com.br


É! Vida nova!


 
Não sei, mas a sensação que passa é que atravessamos uma porta ao chegarmos a um ano novo. Uma loucura coletiva, sem dúvida. Todos ficamos, uns mais outros menos, com a cara de algo ter acontecido com nossas vidas. E a reação varia de pessoa pra pessoa, criando alguns tipos. O hiper-otimista afirma, tentando se auto convencer: “Esse ano vou arrebentar”. A gente ouve com certa tristeza, pois nos traz uma informação que nem ele acredita.

Temos também os que tentam ser indiferentes. O indiferente de esquerda tenta desqualificar o evento afirmando ser uma trama do comércio capitalista pra faturar nossa grana. Mais uma espoliação. O conservador tenta provar que nada muda, e que essa divisão do tempo é uma abstração. E o indiferente pessimista acha que a porca vai torcer o rabo, e prova, numa análise de conjuntura rápida e superficial, que tudo irá piorar. Além de mais um ano ser de fato menos um nas nossas vidas.

Mas é um ano de eleições municipais, levando frisson às disputas em todas as cidades, pondero… É o primeiro carnaval sem Joãosinho Trinta, o artista que transmudou a folia momesca. A Semana Santa que marca de fato o início do ano e temos muito o que trabalhar para enfrentar a loucura brasileira. Esse fordismo retardatário, enchendo nossas ruas de automóvel. Essa ganância do capital especulativo, que quer exportar grãos comprometendo o futuro da atividade agrícola, devastando as ultimas reservas florestais e fluviais. Eles não conseguirão. Ouço meu otimismo renitente. Ponho-me à disposição para o debate. Convoco a todos para as fileiras do bem, para a construcão de um ano feliz e novo.

É! Vida nova.

José Luiz Penna

Fonte: www.deputadopenna.com.br

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SUSTENTABILIDADE

DESDOBRAMENTOS E SIGNIFICADOS DA SUSTENTABILIDADE

 

SUSTENTABILIDADE

 

O termo “sustentabilidade” na medida que é aplicado a tudo se torna vago e uma espécie de moda passageira, termo de mil e uma utilidade nos discursos econômico, políticos e ideológicos. Contudo, seguir os princípios da sustentabilidade aponta não destruir a base de vida das gerações futuras. Um dito indígena descreve isso mais claramente: “Nós pescamos no nosso lado, vocês pescam no seu lado e ninguém pesca no meio.” Para todos os humanos poderem viver com dignidade e equilíbrio no Planeta que possuem, o conceito de “sustentabilidade” é a necessidade vital. Consumo sustentável comercio justo todo este universo de novas abordagens e posturas estão interligados. (ver também economia verde). A sustentabilidade não se cria por Lei, por escritório e nem se impõe, é construída. Ao poder público cabe construir um marco de estímulo e atuação da sustentabilidade: com tributos, estímulos fiscais, pesquisas, etc 

 

DESENVOLVIMENTO

 

A palavra Desenvolvimento é aplicada para nomear várias situações á economia sociedade. Se diz “país desenvolvido” quando o país possui indicadores econômicos, sociais, políticos e culturais que alcançam certos padrões, geralmente referido aos países industrializados.O pa´s era “Subdesenvolvido” se não alcançara determinados padrões. Para destacar mais o aspecto social foram formulados conjunto de indicadores para formar um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Em outros casos se enfatiza o “desenvolvimento político”, ou seja, é avaliado se a sociedade tem organizações políticas democráticas e grau elevado de organização e participação. Essencialmente ser desenvolvido implica uma harmonia de todos os indicadores de desenvolvimento e não de apenas alguns, neste caso seria apenas crescimento e não desenvolvimento. O conceito de desenvolvimento sustentável vem qualificar mais ainda as peculiaridades do desenvolvimento. 

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

A distribuição territorial das atividades humanas é a variável chave para planejar o desenvolvimento sustentável (assentamentos, impactos ambientais). É um conceito de interpretações diversas segundo quem o formule. Definido pela ONU como aquele que “satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade e as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades” . O conceito de “desenvolvimento sustentável” engloba de maneira inédita as dimensões econômicas, ambiental e social. Implica uma concepção sistêmica e transdisciplinar. Não esta enquadrada só na instancia ambiental de políticas públicas, mas implica uma concepção integral de desenvolvimento e qualidade de vida cidadã combatível com a conservação e distribuição adequada dos recursos. Desde a Conferência Rio 92, plasmado na AGENDA 21, um conjunto de instrumentos, como convênios, acordos, buscam colocar o mundo rumo a sustentabilidade.

 

ECONOMIA ECOLOGICA e SUSTENTABILIDADE

 

A questão ou dilema da crise sistêmica que se quer resolver é a de que 1 bilhão de pessoas consumindo ao estilo do modelo atual de produção e consumo. Este modelo colocou em cheque e em perigo as condições de vida da espécie no Planeta. Que passaria se os outros 5 bilhões acedessem ao mesmo modelo de consumo?


Para uma reflexão sobre os caminhos da economia o professor José Eli da USP (Universidade de São Paulo) três estratégias são propostas:


1) A convencional, onde o caminho da estabilidade se alcança quando a renda per capita chegue a U$ 20 mil. Neste nível melhoraria o ambiente, a sustentabilidade se chegaria a um crescimento econômico generalizado. Os formuladores dessa tese – G.M. Grossman e A.B. Krueger – a chamaram de “Curva de Kuznets Ambiental” devido à sua notável semelhança com a hipótese sobre a distribuição de renda lançada por Simon Kuznets em 1954, que exigiu quatro décadas para que fosse esquecida.


2) A ecológica propõe que só pode haver sustentabilidade naquela condição erroneamente denominada pelos clássicos de “estacionária”, ou seja, quando a qualidade de vida de uma sociedade segue melhorando sem que isso continue a exigir o aumento físico de seu subsistema econômico. As nações que já atingiram altos níveis de desenvolvimento deveriam planejar a transição para esse modo mais avançado de prosperidade e contribuir com outros países para que o façam com estilos ambientalmente menos agressivos. Defensores dessa tese – Herman E. Daly – preferiu chamá-la de “steady state economy”, tanto para superar o tropeço semântico dos clássicos, quanto para enfatizar a semelhança com o conceito termodinâmico. Daly tem sido acusado de direita, de esquerda, argumentando-se que qualquer tipo de condição estável seria a negação do sistema capitalista e incompatível com a democracia. Contestando a própria necessidade de qualquer restrição ao crescimento econômico.


3) Uma terceira via. Inclui os que consideraram que a posição ecológica é impraticável, e que a convencional é inconsistente com as grandes questões ambientais globais, frente inclusive a ruptura climática. Apostam, em uma reconfiguração do processo produtivo na qual a oferta de bens e serviços tenderia a ganhar em ecoeficiência: desmaterializando-se e ficando cada vez menos intensiva em energia. A economia poderia assim continuar a crescer sem que limites ecológicos fossem rompidos, ou recursos naturais viessem a se esgotar. Esta tese denominada “descasamento” (decoupling), em analogia a outro conceito da física cosmológica – é a essência das abordagens que tentam evitar o dilema do crescimento, por um caminho do meio entre o otimismo convencional e o pessimismo dos ecológicos. Essa terceira postura estaria ganhando espaço com apoio do Banco Mundial, mas em abril de 2009, a posição teria alterado pelo lançamento do relatório “Prosperity without growth? – The transition to a sustainable economy”, elaborado por Tim Jackson para a Comissão de Desenvolvimento Sustentável do governo britânico, que fortaleceria a segunda tese. O debate do dilema do crescimento exigirá rompimento mental com uma macroeconomia inteiramente centrada no ininterrupto aumento do consumo, em vez de um keynesianismo pretensamente esverdeado por propostas de ecoeficiência. Isto dificilmente deterá a pressão sobre os recursos naturais. Que seria uma macroeconomia para sustentabilidade? Seria reconhecer os limites naturais à expansão das atividades econômicas, rompa com a lógica social do consumismo. Não existe um pensamento econômico cujo impacto tenha algum paralelo com a ascensão da macroeconomia keynesiana em resposta à miséria intelectual dos anos 1920. Os economistas ecológicos até obtiveram algum êxito na crítica ao pensamento econômico convencional, no qual coexistem várias teorias que compartilham a mesma visão de um sistema econômico fechado, que não depende da biosfera. Pior: têm a mesmíssima ética voltada a uma suposta maximização do bem-estar da população atual, sem quaisquer considerações sobre limites ecológicos e sobre o bem-estar de gerações futuras. Esse é o denominador comum a todas as escolas, das mais ortodoxas às mais heterodoxas. A crítica da economia ecológica ao cerne do pensamento convencional só foi até agora assimilada por uma ínfima minoria. Razão da incipiência na formulação de alternativa que supere o que há de mais comum nas várias teorias macroeconômicas em voga. (resumo do texto de Jose Eli da Veiga, especialista que tem tratado o tema da sustentabilida).

Fonte: www.projetobrasilsustentavel.org

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal


Neste Natal, o Partido Verde de Massapê se veste de luz e faz ressoar o cântico de seus corais. Sintonizados com um espírito universal que inspira a confraternização e a generosidade, renovamos nossas forças e o nosso propósito de servir cada vez melhor à sociedade. Desejamos que este grande  Partido siga crescendo, avançando no caminho da excelência na luta por uma sociedade mais igual, fundamentada na sustentabilidade ambiental e aprofundando sua missão transformadora.


Nossos votos são de que, no lar e no ambiente de trabalho, tenhamos um Natal feliz, cumulado de bênções que, no Ano Novo, hão de traduzir-se em novas e abundantes realizações.




                                      Analberto Jardas Fernandes Moreira                                                                 Presidente do PV de Massapê                           

Quem Somos - Partido Verde - PV

O Partido Verde foi fundado em 17 de janeiro de 1986 como uma organização política com personalidade jurídica de direito privado. Possui registro definitivo deferido pelo Tribunal Superior eleitoral, com duração por prazo indeterminado e rege-se por um estatuto, observados os princípios constitucionais e as normas legais.

Quer conhecer melhor o Partido Verde?


www.pv.org.br

Estatuto PV

Quem somos - Fundação Verde Hebert Daniel - FVHD

A Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD) é uma entidade privada, dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio, autonomia administrativa e financeira, que tem por finalidade promover, coordenar e executar ações, projetos e programas; promover e organizar seminários, simpósios e outros foros de debates sobre questões relacionadas aos objetivos, bem como eventos, cursos de formação e concursos.

A FVHD pode constituir centro de pesquisas e estudos para o desenvolvimento e a difusão da cultura, política, ecologia e meio ambiente; colaborar com os poderes públicos e com as instituições culturais e ambientais particulares, em tudo quanto condiga com o progresso político, ambiental e cultural do país; criar centros educacionais de natureza assistencial, destinadas à formação política, ambiental e cultural de crianças, jovens e adultos.

A FVHD foi instituída com fundamento no Código Civil, artigos 2.031 e 2.032, protocolada e registrada no cartório do 3º Ofício de Notas e Protestos de Títulos do Distrito Federal sob o nº 073103, em 25/07/2007.

Direção

Conselho Curador
Raimundo Marcelo Carvalho da Silva (presidente) Alfredo Hélio Sirkis (vice-presidente)  Sandra do Carmo Menezes Jovino Cândido da Silva Eurico José Albuquerque Toledo Ivanilson Gomes dos Santos Rivaldo Fernandes Pereira  Osvander Rodrigues Valadão Aluízio Leite Paredes

Suplente
Fabiano Lima da Silva Carnevale

Conselho Fiscal
Reynaldo Nunes de Morais (presidente) Ricardo Silva Daniela Carvlaes

Diretoria Executiva
Marco Antonio Mroz (diretor-presidente) José Carlos Lima da Costa (diretor financeiro) Ovídio Teixeira Cardoso (diretor adminsitrativo) José Paulo Toffano (diretora técnica)

Os 12 valores verdes

 
 
A Ecologia
A preservação do meio ambiente, o ecodesenvolvimento (ou desenvolvimento sustentável), a reciclagem e a recuperação ambiental permanente.
 
A Cidadania
O respeito aos direitos humanos, o pluralismo, a transparência, o pleno acesso à informação e a mobilização pela transformação pacífica da sociedade.
 
A Democracia
O exercício da democracia representativa, através do processo eleitoral e da existência de um poder público eficiente e profissionalizado, combinado com mecanismos participativos e de democracia direta, sobretudo em âmbito local, através de formas de organização da sociedade civil e conselhos paritários com o poder público.
 
A Justiça Social
Condições mínimas de sobrevivência com dignidade para todas as pessoas. Direitos e oportunidades iguais para todos. O poder público como regulador do mercado protegendo os mais fracos e necessitados, garantindo o acesso a terra e promovendo a redistribuição da renda através de mecanismos tributários e investimento público.
 
A Liberdade
A liberdade de expressão política, criação artística, expressão cultural e informação; o direito à privacidade; o livre arbítrio em relação ao próprio corpo; a autonomia e a iniciativa privada, no âmbito econômico. 
 
O Poder Local
O fortalecimento cada vez maior do poder local, das competências municipais e das formas de organização e participação da comunidade. Para transformar globalmente é preciso agir localmente.
 
A Espiritualidade
A transformação interior das pessoas para a melhoria do planeta. Reconhecimento da pluralidade de caminhos na busca da transcendência através de práticas espirituais e de meditação ao livre arbítrio de cada um. 
 
 O Pacifismo
O desarmamento planetário e local, a busca da paz e o compromisso com a não violência e a defesa da vida.
 
 O Multiculturalismo
A diversidade, a troca e a integração cultural, étnica e social para uma sociedade democrática e existencialmente rica. Preservação do Patrimônio Cultural. Contra todas as formas de preconceito e discriminação racial, cultural, etária ou de orientação sexual. 
 
O Internacionalismo
A solidariedade planetária e a fraternidade internacionalista diante das tendências destrutivas do chauvinismo, etnocentrismo, xenofobia, integrismo religioso, racismo e do neofascismo a serem enfrentados em escala planetária, assim como as agressões ambientais de efeito global. 
 
A Cidadania Feminina
A questão masculino/feminino deve ser entendida de forma democrática, avançando no sentido de se conceber uma profunda interação entre os dois pólos, nos diversos setores da sociedade, visando a uma real adequação às necessidades circunstanciais. Homem e mulher devem buscar, como integrantes do sistema social, mudanças e transformações internas que venham a se traduzir numa prática de caráter fundamentalmente cooperativo. Maior poder, maior participação e maior afirmação da mulher e dos valores e sensibilidade feminina, além do combate a todas as formas de discriminação machista ou sexista, por uma comunidade mais harmônica e pacífica. 
 
O Saber
O investimento no conhecimento como única forma de sair da indigência, do subdesenvolvimento e da marginalização para uma sociedade mais informada e preparada para o novo século. Erradicação do analfabetismo, educação permanente e a reciclagem de conhecimentos durante toda a vida. Prioridade ao ensino básico, garantia de escola pública, gratuita e de qualidade para todos.